- 1Senhor, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos a minha voz, quando a ti clamar.
- 2Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrificio da tarde.
- 3Põe, o Senhor, uma guarda a minha bocca: guarda a porta dos meus labios.
- 4Não inclines o meu coração a coisas más, a praticar obras más, com aquelles que obram a iniquidade; e não coma das suas delicias.
- 5Fira-me o justo, será uma benignidade; e reprehenda-me, será um excellente oleo, que me não quebrará a cabeça; porque orarei nas suas proprias calamidades.
- 6Quando os seus juizes forem derribados pelos lados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradaveis.
- 7Os nossos ossos são espalhados a bocca da sepultura como se alguem fendera e partira lenha em terra.
- 8Mas os meus olhos te contemplam, o Deus, Senhor: em ti confio; não desnudes a minha alma.
- 9Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que obram a iniquidade.
- 10Caiam os impios nas suas proprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.
Capítulo 141
Versículo aleatório deste livroBíblia Almeida 1911
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