- 1Bemdito seja o Senhor, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;
- 2Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu: escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.
- 3Senhor, que e o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?
- 4O homem e similhante a vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.
- 5Abaixa, o Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão.
- 6Vibra os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas frechas, e desbarata-os.
- 7Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e, arrebata-me das muitas aguas e das mãos dos filhos estranhos,
- 8Cuja bocca falla vaidade, e a sua direita e direita de falsidade.
- 9A ti, o Deus, cantarei um cantico novo, com o psalterio e instrumento de dez cordas te cantarei louvores.
- 10A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a David, teu servo, da espada maligna.
- 11Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja bocca falla vaidade, e a sua direita e direita de iniquidade;
- 12Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras d'esquina lavradas a moda de palacio.
- 13Para que as nossas dispensas se encham de todo o provimento; para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas.
- 14Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saidas, nem gritos nas nossas ruas.
- 15Bemaventurado o povo, ao qual assim acontece: bemaventurado e o povo cujo Deus e o Senhor.
Capítulo 144
Versículo aleatório deste livroBíblia Almeida 1911
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